Método para prescrição de exercí­cios terapêuticos no trabalho

Autores

  • José Henrique Ferreira Alves

DOI:

https://doi.org/10.33233/fb.v1i1.608

Resumo

Sinônimo de Qualidade de Vida no Trabalho, a "Ginástica Laborativa" tem sido o sonho de consumo dos profissionais de RH da nova geração, que conhecem seus resultados motivacionais junto aos funcionários da empresa. Verdadeira coqueluche em bancos e escritórios, deve ser encarada por fisioterapeutas como uma ferramenta bem mais que apenas motivacional. É necessário que se observem critérios quanto í  sua prescrição, utilização, enfoque terapêutico e contra-indicações. O termo "ginástica laborativa" e o fato de serem atividades coletivas acabam sugerindo ligação com a educação fí­sica, mas exercí­cios fí­sicos têm sido chamados de ginástica desde a Grécia antiga. O enfoque fisioterapêutico diz respeito í  prevenção de Distúrbios Musculoesqueléticos Ocupacionais (DMO) através de exercí­cios terapêuticos; o enfoque da educação fí­sica refere-se í  promoção da saúde em pessoas hí­gidas. Como já virou jargão, e invendável com outro nome por enquanto, a também chamada Ginástica Laboral Compensatória ou até Educação Fí­sica Ocupacional, carece de definição, abrangência, área de atuação, conhecimentos prévios necessários  e etapas de implantação. Esta matéria pretende servir de referencial, sanando as dúvidas de profissionais, administradores e trabalhadores que se encontram envolvidos nesta atividade, seja contratando, implementando ou executando.

Biografia do Autor

José Henrique Ferreira Alves

Ft., Ergonomista responsável pela Divisão de Ergonomic WorkCare Management Ambiental – Assessoria em Segurança, Medicina e Higiene do Trabalho  

Downloads

Publicado

2006-10-10

Edição

Seção

Artigos originais